terça-feira, 25 de julho de 2017

Produções de textos dos alunos

           
Os textos a seguir,  foram produzidos durante as aulas de Língua Portuguesa com a professora Juscirlei S. Dalmolin, nas turmas dos 7º anos “A” e “C”. São textos do gênero conto.
           Agradecemos a professora Aldriana, que juntamente com seus alunos nos ajudaram com a digitação dos textos.


          Alunos que digitaram os textos: Claudiane, Ana Carla, Ana Cristina, Eloisa, Carlos Alexandre e Willian. Alunos da Professora Marta: Marcos e Lucas.
   Esperamos que gostem. Boa leitura.


Bianca A. Levandowski                 7º ano C

O Rio Assustador

            Eu estava pescando no rio mais assustador da região. Porque lá havia bruxas super malvadas, eu ouvir dizer, que quem pescasse lá, viraria sapo e só um beijo, da bruxa mais feia e malvada faria voltar ao normal.
            Estava pescando tranquilamente, então, de repente, apareceu uma bruxa malvada. Junto com ela veio a filhinha dela, que era boazinha. Quando foi para me transformar em sapo, a bruxinha ficou com dó e começou a chorar.
            A bruxa malvada ficou com muito dó da sua filhinha e não me transformou em sapo. Mas me transformou em uma linda boneca, para sua filha brincar.






Autor: Leonardo Folle de Souza Dias.   7º ano C

Árvore da felicidade
            Há muito tempo atrás, numa cidade muito distante, havia um homem e uma mulher que eram casados, mas quase nunca se viam porque moravam em cidades diferentes.
            Sentindo saudade de sua esposa ele foi visitá-la. No caminho encontrou-se com uma bruxa e ela lhe concedeu um pedido. O homem falou:
            _Quero ficar mais tempo junto de minha esposa!
            Então a bruxa lhe concedeu o desejo, mas como não entendeu bem sua pergunta, transformou ele em uma árvore com folhas robustas, e um verde intenso.
            A mulher estranhando a demora do esposo foi procurá-lo e no caminho encontrou-se com a mesma bruxa, com isso ela lhe concedeu um desejo. A mulher pediu a bruxa:
            _ Você por acaso viu meu marido?
            Ela respondeu:
            _ Aquele que transformei em árvore?
            A mulher começou a chorar. Pediu que a transformasse em árvore também, e a colocasse do lado dele. Assim fez a bruxa, porém com diferenças, ela apresenta folhas delgadas, bem recortadas de coloração clara. Eram árvores lindas e admiradas por todos que passavam por ali.
            Todos que passavam por elas que estavam tristes ficavam felizes, pois as árvores exalavam amor e felicidade.





Aluna: Ana Cristina de Souza Schafer.       7º ano C

A lenda da árvore da felicidade
            Dois amigos, Leandro e Érika, se conheceram na escola que estudavam e moravam na mesma cidade, tornaram-se amigos e com o passar do tempo  se apaixonaram. As famílias moravam no mesmo bairro e se conheciam.
            Perto da casa de Érika havia uma árvore linda e antiga com folhas robustas e um verde intenso, que muitos diziam que era mágica. A árvore mágica ficava na praça em frente a casa de Érika.
            Eles começaram a namorar e se encontravam na praça na sombra da árvore mágica e se beijaram pela primeira vez lá. Os encontros se tornaram cada vez mais frequentes e eles estavam cada vez mais apaixonados.
            Porém os pais não concordavam com o namoro, pois, eles eram adolescentes e não sabiam as consequências de um namoro em uma idade tão precoce. Pediram para que terminassem o namoro. Ela chorou muito e concordou com seus pais, Leandro também.
            Estavam muito tristes e se encontraram, para se despedir, na praça na sombra da árvore da felicidade. Quando chegaram começaram a chorar abraçados. A árvore mostrou sua tristeza murchando as folhas, eles nem perceberam que a árvore agora estava triste, se beijaram e foram para casa.
             Com o passar do tempo todos do bairro notaram as folhas murchas
da árvore da felicidade e ficaram preocupados, quando descobriram que Leandro e Érika não estavam mais namorando, chegaram a conclusão que a árvore entristeceu depois  que o namoro acabou, estava igual ao casal.
            Reuniram-se com as famílias e pediram que eles voltassem a namorar. Eles voltaram a namorar, para a alegria do casal e da árvore da felicidade, que ficou linda rapidamente.
            A partir desse dia todos os casais do bairro se encontram na praça, pois a árvore da felicidade une os casais.




 Tailane Polita.               7º ano C

A árvore da felicidade
            Conta a lenda que existia um rei muito ganancioso. Ele tinha duas filhas cuja os nomes eram Micaely (menina de bom coração e muito humilde) e Estefany ( menina de gênio ruim e muito orgulhosa).
            As duas meninas já tinham completado 18 anos e, por tradição do reino, teriam que se casar. Então o rei convocou os príncipes mais ricos para uma reunião, a ponto de escolher os dois mais ricos como seus genros.
            Estefany ficou muita interessada, pois só pensava em riquezas. Já Micaely adorava a ideia de se casar por amor e não por dinheiro.
            Chegado o dia, os príncipes estavam vindo em suas lindas carruagens acompanhados de seus soldados. Micaely resolveu pegar um pouco de ar para esconder sua tristeza, foi até o jardim e se deparou com o soldado Téo.
           Eles se apaixonam a primeira vista, mas os dois sabiam que o amor deles era proibido, porque Téo não tinha dinheiro e nem era um princípe.
            Começaram a se encontrar as escondidos até que Micaely resolveu fugir com o belo soldado que ganhou seu coração.
            Já estava tudo pronto para a fuga, porém, mal sabiam eles que Estefany os observara o tempo todo. Como não queria a felicidade de sua irmã contou os planos dela para o pai.
            O rei mandou chamar a feiticeira e pediu para enfeitiçar o soldado transformando-o em uma árvore. Quando a feiticeira lançou o feitiço em Teó, pelo grande amor que eles sentiam um pelo outro, os dois viraram árvores e só no luar do dia 12 de junho eles voltam a serem humanos.
            Mas ao nascer do sol do dia 13, voltam a sua forma de árvore. Mesmo assim, continuam se amando. Por isso é deram as árvores o nome de árvore da felicidade.
            Lema: O amor modifica tudo.





Larissa Machado Soares.   7º Ano C
Meu fim
            Oi, meu nome é Carlos Eduardo e vou contar uma história a você.
            Num dia chuvoso e escuro decidi viajar. Estava no meio  do nada quando meu carro parou de  repente. Fique com medo do que poderia acontecer.
            Avistei uma casa não muito longe do local onde eu estava, empurrei o carro até aquela casa grande, velha e cercada de mato.
               Bati na porta e uma velha senhora de olhar meigo me atendeu, contei a ela o que havia acontecido, que não tinha aonde dormir e então ela me ofereceu um quarto, um prato de comida e água.
            Fui para o quarto dormir, estava tudo muito quieto. De repente uma porta bateu com muita força, levantei assustado, mas mesmo assim levantei para ver o que estava acontecendo. Andei pela casa inteira e não vi ninguém. Voltei para o quarto com passos rápidos, quando cheguei lá vi que a janela do quarto estava aberta, fiquei com tanto medo que passei a noite acordado.
            Pela manhã, levantei da cama exausto, por ter dormido apenas quando o dia já havia clareado. A velhinha estava sentada em minha cama me olhando dormir, fiquei assustado pelo jeito que ela me olhava, não entendia o que queria comigo.
             Ela me disse que meu carro estava arrumado e já podia ir embora. Mas fiquei pensando porque me mandou embora com tanta pressa? Imaginei que havia algo que ela não queria que eu visse. Ela me fez tomar café sozinho e foi para o celeiro. Eu a segui sem que ela me visse e entrei. Ela me pegou de surpresa. Eu vi muitas pessoas mortas. Ela provavelmente não queria que eu me intrometesse, e por isso havia me mandado embora.
             Ela me disse com uma voz vingativa que eu iria morrer, então comecei a correr, mas não deu tempo, havia mais três homens ajudando-a.
             Eles me pegaram e foi meu fim.
           E você, deve estar se perguntando como eu estou contando essa historia a você?
            Bem, agora sou uma alma penada e vivo perambulando pelo mundo, sem saber ao certo para onde ir.





Leonardo Valandro.    7º ano C
A vingança
            Meu nome é Merle Dixon, hoje dia 16 de outubro aniversário de meu irmão Daryl. E também hoje completa um ano do apocalipse zumbi, queria ter meu irmão de volta.
            Nós mudamos de acampamento novamente, eu e meu grupo achamos que somos os últimos na cidade de Alexandria.
            Daryl morreu para me salvar, meu novo herói, eu estava do lado dele todos os dias de sua existência. Eu disse a ele que quando ele morresse eu o vingaria.
            Eu, em busca da vingança, e o encontrei, ele estava com seus homens e eu estava de sniper, em cima do prédio, logo atrás deles tinha um botijão de gás, então pensei em atirar no botijão, mas tinha me esquecido que havia pessoas do nosso grupo lá. Então peguei minha pistola e fui para a guerra, eu tinha somente 3 balas na pistola e 1 na sniper, abri o portão e lá estavam 3 guardas. Atirei no primeiro no meio da testa, e logo me esquivei para trás das caixas, virei para o lado e atirei no peito do segundo e ele morreu lentamente, então com pressa atirei no terceiro, foi fatal.
            Entrei e o homem que matou meu irmão estava torturando meus amigos, então peguei minha sniper e mirei nele, mas pensei bem e não atirei, o perdoei e o levei para uma casa de recuperação, aonde meu grupo inteiro estava, eles me encheram o saco para matá-lo, mas queria ele para o nosso grupo, pois unidos jamais seremos  vencidos.






Maria Izabel Marques.     7º ano C
Árvore da felicidade
            Há muitos anos em uma pequena cidade, havia uma família muito rica que tinha uma filha, Vitória, com 14 anos. Uma moça linda de cabelos longos e pretos, olhos azuis e voz meiga.
            Ela estudava em uma escola não muito grande, porém lá todos os alunos tinham uma ótima educação além daquela ser a  única  escola  da cidade, tinha muitos amigos de várias classes sociais, mas seus pais não gostavam que ela se aproximasse de pessoas com baixo nível econômico. Em um dia qualquer de aula, alguém bateu na porta e um garoto com um olhar muito misterioso entra. Ele era moreno, com olhos azuis, se chamava Gustavo e tinha 17 anos, era de uma família pobre do interior.
            Vitória queria saber mais sobre aquele garoto, pois tinha se encantado pelo seu jeito. Ela se apresentou e falou que podia mostrar o colégio a ele. Com um sorriso ele balançou a cabeça aceitando.
            Algumas semanas depois eles já estavam muito próximos, então Vitória confessou a ele seu amor e, com um olhar vibrante e um sorriso encantador, ele também se declarou.
            Gustavo pediu Vitória em namoro, ela com toda certeza aceitou, mas a parte difícil seria conversar com os pais de Vitória.
            Eles resolveram acabar logo com aquilo, quando chegaram à casa da menina a mãe, com uma cara não muito boa, perguntou quem era ele e Vitória com a voz tremula respondeu:
            _ Meu namorado, mãe!
            Vitória e sua mãe se entreolharam e logo após a mãe gritou e disse que não poderia continuar, pois Gustavo não pertencia ao mesmo mundo que  eles.
            Gustavo foi embora, mas o casal de jovens não desistiu e resolveu fugir. Quando os pais dela os encontrou, o pai mandou Vitória para dentro do carro. E, pela primeira vez ela disse:
           _Não. Não vou entrar papai. - Com muitas lágrimas no rosto. Ela gritou e depois disso um grande clarão tomou conta do lugar e aqueles jovens foram transformados em árvores, uma árvore macho e a outra árvore fêmea e com o destino de ficarem juntos para sempre. Estas árvores foram batizadas com o nome de ÁRVORE DA FELICIDADE, pois tornou um amor impossível em um amor para todo e sempre!
           




Gabriela Cavali.     7º ano A

Árvore da felicidade
            Reza a lenda que durante a 2ª Guerra Mundial, em um campo de concentração, um casal de irmãos que se gostavam muito, plantaram duas árvores, uma árvore macho e uma árvore fêmea. Logo depois de plantaram as árvores eles foram enviados para uma câmara de gás e foram mortos, mas como eles amavam aquelas árvores suas almas foram diretamente mandadas para as árvores que possuíam sua origem desconhecida. Junto com uma das árvores, eles colocaram uma garrafinha com um bilhete e enterraram.
            Tempos se passaram, a guerra já havia acabado e as árvores ainda estavam lá, totalmente desenvolvidas. E conforme as árvores iam crescendo a garrafinha ia subindo junto com as raízes. Já estava aflorando na terra, em um lugar de ótimo alcance. O antigo campo de concentração  se transformou em um sítio.
            Uma família havia ido morar lá, o casal tinha uma filha com depressão, ela não tinha ninguém para conversar, pois seus pais trabalhavam o dia todo na cidade e chegavam em casa exaustos, não tinha vizinhos e seus familiares moravam longe. Em um fim de tarde, quando seus pais estavam prestes a chegar, ela  quis dar uma volta e  encontrou as árvores  plantadas pelos irmãos  judeus e viu que havia uma garrafinha, quando ia se aproximar para pegar ouviu sua mãe chamado e saiu correndo, na hora de dormir ficou muito curiosa, para saber o que tinha na garrafa.
            No dia seguinte, após seus pais saírem, ela foi correndo até as árvores, pegou a garrafinha e leu o bilhete que dizia: não vos matem uns aos outros, tenham mais amor e compaixão! Após ler sentou-se entre as árvores e começou a falar tudo o que sentia. A partir daquela dia ela fez daquelas árvores suas amigas e nunca deixaria ninguém cortá-las, porque as árvores traziam felicidade à ela, eram suas (amigas).

           




Gabriel Galvão Comim.    7º ano A
A árvore da felicidade
            Era uma vez um fazendeiro, ele morava em uma fazenda muito antiga. O nome dele era João, ele era conhecido por causa de sua árvore, que foi plantada no mesmo dia em que ele nasceu. Ele também era herdeiro da fazenda dos pais dele e era um homem muito bonito.
            Mas ele não sabia que a filha do prefeito tinha um segredo, que era o mesmo que o dele. Um dia o prefeito e sua esposa decidiram que a filha deveria se casar, pois eles estavam muito velhos e iriam morrer dentro de poucos dias.
            Quando amanheceu um monte de homens, que ficaram sabendo sobre as intenções do prefeito de casar sua filha, estavam na porta da mansão querendo se casar com linda jovem. João também ficou sabendo da novidade e resolveu ir até lá.
             Os homens jamais conseguiriam se casar com a jovem, porque eles pensavam apenas na herança, mas o João não. Quando ela o viu ficou apaixonada por ele, ele se casou com ela e descobriu seu segredo, descobriu que ela era a pessoa perfeita para ele.
            Assim viveram felizes para sempre. Quando morreram, junto a seus túmulos foram plantadas duas árvores, conhecidas como árvores da felicidade.  Toda a noite as árvores começam a brilhar avisando que o espírito deles se encontram e assim será para toda a eternidade.
           

           


Aluno: BRUNO ARAUJO LOPES           7º ANO C
                     A árvore da felicidade
                                                        
            Dois jovens namoravam em uma fazenda longe de outras propriedades. Eles cultivavam muitos tipos de flores, como a Dama-da-noite, rosa, girassol, dália, entre tantas outras.
            Mais Denílson e Maria sempre sonharam em ter uma flor que se chamava árvore da felicidade.
            Certo dia, um homem vestido todo de preto, que era o ex-namorado de Maria,  com um papel em chamas, pós fogo e queimou toda a plantação de flores e a casa, matando o casal. Ele tinha muita raiva de Maria por ter terminado com ele.  Ele era contra os dois ficarem juntos.
            Denílson e Maria tinham sido queimados. E no dia seguinte seus familiares acharam suas cinzas e as jogaram num rio. As cinzas foram levadas pela correnteza e se acumularam na margem do rio e viraram sementes.
            No final daquele rio enterraram-se e nasceram duas árvores. Passado algum tempo um homem chamado Dam Rotam viu as flores. Deu o nome de Árvore da felicidade. Pois, mesmo após a morte o casal, eles continuam juntos em meio a natureza. O que o destino juntou nem mesmo a pior das maldades pode superar.







Aluna: Rafaeli Bortot Borges.                7º "A"

Árvore da felicidade
            Paulo era o pai de Raquel, eles viviam numa aldeia muito bonita com gramado e com flores cercando as casas. Mas Raquel se sentia muito infeliz até porque ela não tinha mãe. Então Paulo tentava dar todo carinho e atenção que ele podia, no entanto sua filha nem o escutava.
            Raquel tinha muito rancor, pois ela pensava: “se todas minhas amigas têm mãe, porque eu não posso ter?”
            _ Filha nem sempre o que queremos dá certo, mas temos que sempre lutar pelos nossos sonhos. Não temos a sua mãe porque todos vão morrer, alguns vão antes do esperado porque a vida é assim. Paulo tentava consolar a filha sem muito êxito.
            Paulo era o responsável pela a aldeia, um líder e, precisava sair para procurar alimentos.
            Quando ele foi à mata procurar comida achou duas plantas jogadas ao chão e ficou interessado em saber o que era. Levou as plantas para a aldeia, mas não comentou com ninguém, pois se lembrou de uma aventura que tinha acontecido com ele e sua esposa.
            Sua filha Raquel quando estava andando pela aldeia, encontrou aquelas plantas morrendo. Como ela ficou interessada por aquilo, plantou aquelas plantas no jardim e aproveitou para subir numa árvore muito querida ela, aquela árvore tinha muitas flores rosa e muitas borboletas voando em volta das flores.
             Certo dia Raquel foi novamente ao lugar onde tinha plantado as duas belas árvores a fêmea e o macho.
            Raquel tirou uma folha de cada árvore e segurou na sua mão e parecia que toda raiva que sentia do seu pai havia sumido. Então ela foi a te onde ele estava e pediu desculpas.
            _Papai me desculpa por nunca ter te escutado! - Falou Raquel chorando muito.
            _Claro filha, eu te desculpo! - Falou o pai, abraçando apertado a filha amada.
            Ficaram assim, abraçados por um longo tempo, tentando recuperar todos aqueles anos, desde a morte da mãe, em que se mantiveram afastados.
            _Papai, quero te mostrar duas árvores que plantei em nossa aldeia. Falou Raquel.
            _Está bem, vamos. - Disse o pai, pegando a filha pela mão.
Ao chegarem onde Raquel havia plantado as árvores, qual não foi a surpresa do pai:
            _ Não acredito! Essas duas plantas eu achei na mata. - O pai de Raquel olhava para as árvores, sem entender o que havia acontecido.
            _ Papai essas duas árvores  representam para mim uma o amor que eu sinto por minha mãe e a outra o amor que minha mãe sente por nós e sempre vai sentir.

            _ Claro minha filha é isso mesmo, e nós podemos dar a essa árvores o nome de “árvore da felicidade”, pois nos trouxe muita felicidade. Quando eu cheguei perto destas duas árvores, eu vi que minha vida mudou completamente por isso que é a árvore da felicidade.





Mateus Candiotto.              7º A                      


Colégio Fechado.
       Em um dia chuvoso, na cidade pequena chamada Elmor, nós tínhamos acabado de fazer a mudança e amanhã iria ser meu primeiro dia, 4 aulas na única escola daquela cidade.
        Estava andando, a caminho da escola, quando um garoto se apresentou com o nome de Luiz, ele seria o responsável para apresentar a escola a esse novato.
         No segundo dia da escola o diretor falou para todos os alunos:
      _ Caros alunos receio que essa escola, não poderá mais ensinar a vocês, pois o colégio fechará amanhã por motivos financeiros.
        Eu fiquei chocado, então tentei convencer todos os alunos a arrecadar dinheiro para a escola, Luiz ajudou com a ideia de uma manifestação com ajuda dos pais.
      Os responsáveis pelo evento conseguiram umas doações e promoveram uma feira de alimentação, com diversas especiarias. Os alunos foram os auxiliares da feira, com duração de três dias.
      O diretor se aproximou de nós:
    _ Quero dar os parabéns a vocês Carlos e Luiz, pois com este trabalho conseguimos arrecadar uma quantia significativa para nossa escola e também mostraram a importância de trabalhar em grupo para todos os alunos da escola.
    Eu consegui ajudar a escola, me adaptar a nova escola e ainda formei uma grande amizade com o Luiz.
    



JUJU  E BOLINHA
           Eu e a Juju somos grandes amigos, nós brincamos sempre, eu conheci ela na escola Dom Pedro II e me mudei perto da casa dela.
            Meu apelido é Bolinha porque eu sou gordinho, nos meus primeiros dias de aula eles já me deram esse apelido, eu não gostava muito, mas agora acostumei.
              Lá eu conheci outros amigos:
              _ O Carequinha, Zeca, Juca e Juju.
         Eles são muito legais, quando eu preciso, eles sempre estão do meu lado, mas também tem os meninos da rua debaixo eles só incomodam.
              A Juju chegou.
              _ Oi Juju! – Disse eu.
              _ Oi Bolinha! Vamos Brincar? - Perguntou a Juju.
             _ Agora não dá, eu vou ter que jogar bola com os meninos.  – Eu disse, meu triste por não poder ir brincar com ela.
              _ Tá bom! – Disse ela.
         _ Você não quer ir lá assistir, e torcer para nós ganharmos dos meninos da rua debaixo? – perguntei animado com a ideia.
             _ Legal, eu vou ir junto. – Respondeu ela também animada.
             _ 13h30min eu passo na sua casa. – combinei com  ela.
           Neste momento aconteceu uma coisa que eu não esperava, meu avô Pedro morreu, minha família inteira chorou.
           Tive que cancelar o jogo, para ir ao enterro do meu avô.
        Passou-se dois meses, eu e os meninos ficamos observando a casa de meu avô, muita coisa se mexia lá dentro. Nós com muito medo, entremos na casa, ouvimos o barulho vôôôô, vôôôô.
          _ Vamos sair daqui gente, essa casa é mal assombrada!!!!! - Disse Carequinha.
          _ Fica quieto, eu vou entrar no quarto! – respondi tentando mostrar mais coragem do que eu tinha.
          E aquele barulho continuou, mas descobrimos que era só o vento.





Antônio Junior Antunes         7º A                      


Luiz, o gordinho.
         Meu nome é Luiz, quando levantei fui para a escola tudo continuava igual, eu ficava sempre sozinho na hora do recreio porque os outros alunos ficaram zombando de mim. O motivo, eu era gordinho, mas eu também era inteligente. Depois que bateu o sinal para ir para casa, Gustavo me empurrou e me chamou de baleia. Quando entrei no ônibus, os alunos começaram a zombar de mim, eu me sentia envergonhado por eles zombarem de mim.
        Enquanto eles falavam de mim, eu tentavam não me importar, ficava pensando em meu sonho. Eu tinha um sonho que quando eu crescesse eu iria ser cientista para descobrir fosseis. Então o ônibus parou em frente a minha casa.
        Quando eu cheguei em casa, fui direto para o meu quarto. Não quis almoçar. Minha mãe, o nome dela era Camila, ela foi ver o que tinha acontecido comigo. Quando ela entrou no quarto, ela perguntou:
        _ O que acontece?
        E eu respondi:
        _Os alunos de minha escola só ficam zombando de mim.
        Ela me olhou com tristeza nos olhos e perguntou:
        _ Porque zombam de você?
       Não tive coragem de continuar olhando para ela, então baixei os olhos para o livro que estava lendo antes dela entrar e respondi:
        _ Porque eu sou gordinho.
      Eu falei para minha mãe que eu não queria mais ir à escola porque os alunos ficam zombando de mim, só porque sou gordinho. Parece infantil pensar dessa forma, mas doe muito quando os outros ficam zoando de você apenas pela sua aparência. Mas minha mãe era durona, ela olhou firme para mim e disse:
      _ Você não pode faltar nas aulas, além do mais, esses meninos são uns covardes, se eles te  conhecessem de verdade saberiam o quanto você é inteligente, bondoso, sincero, ...
       _ Ok mãe, já entendi. – Interrompi a fala dela e não parava de pensar: Será que todas as mães são assim?
       No outro dia fui à escola. Quando entrei na sala de aula, Gustavo jogou bolinha de papel no meu rosto, mas ele não viu que a professora estava olhando. Então a professora levou Gustavo para a secretaria porque ele estava jogando bolinhas de papel.
      Depois que a aula acabou, fui para casa e quando cheguei fui almoçar, e depois que almocei, falei para minha mãe:
        _ Mãe eu vou parar de comer um pouco e fazer mais exercícios.
        Ela ficou surpresa com o que falei, e perguntou:
          _ Por que você vai fazer isso?
        Respondi com maior entusiasmo que pude fingir:
       _ Porque eu quero emagrecer para que os alunos não fiquem zombando de mim. –              Então fui para o meu quarto.
     Depois de fazer as tarefas da escola, avisei minha mãe que iria correr um pouco. Ela deixou, fui correndo até a praça. Quando cheguei lá, tinha alguns garotos que logo começaram a zombar de mim, mas nem dei ouvidos a eles.
      Então comecei a correr ao redor da praça, eu dei sete voltas ao redor da praça. Depois que das sete voltas, voltei para casa, ao chegar em casa minha mãe falou:
      _ Você emagreceu um pouco. Está se sentindo bem? – Ela me olhava preocupada.
      _ Sim. Parece que emagreci um pouco. – Falei sorrindo, eu sabia que era impossível ver a diferença logo no primeiro dia de minhas atividades físicas, mas fiquei feliz pelo incentivo dela.
      No dia seguinte, na escola, os alunos ainda zombavam de mim, porque eu ainda era gordinho. Quando a aula terminou, eu estava mais determinado a continuar com as atividades para emagrecer. Almocei, fiz as tarefas e avisei minha mãe:
        _ Vou dar mais umas algumas voltas na praça.
        _ Está bem, mas volte cedo. - A minha mãe respondeu e me acompanhou até a porta.
      Eu fui novamente à praça e agora eu tinha dado oito voltas, logo que terminei fui para casa.
        Logo que cheguei a casa, minha mãe falou:
        _ Hoje você emagreceu bastante hoje! Parabéns.
          E, durante várias semanas essa foi minha rotina, até que um dia...
      Quando fui à escola naquela manhã, todos viram que eu não era mais gordinho. Eles pararam de zombar de mim e logo fiquei amigo de muitos alunos, até o Gustavo se tornou meu amigo e eu nunca mais fiquei sozinho na hora do recreio e nenhum aluno zombou de mim na escola e no ônibus.
          Estou muito feliz porque ninguém mais zombava de mim, agora todos me tratam bem, mas o engraçado é que eu continuo sendo a mesma pessoa.




Emanuelli dos Santos               7º A               


Mudança para Argentina
        Eu estava me mudando para Argentina. Ainda não queria acreditar nisso. Meu pai me disse que não ia ser fácil me acostumar com o lugar. Eu nunca morei em outros lugares.            Ele disse que eu ia estudar e me formar, mas eu não queria ir, pois dizem que lá tem muito mato onças e tigres, tenho muito medo desses bichos ferozes.
      Por isso acho que vou ficar aqui, é um lugar tranquilo e sossegado. Vou estudar e me formar para ser uma médica veterinária.
      Meu pai me deixou de castigo por eu não querer ir. Acho que por um bom tempo não vai passar a raiva porque ele está muito bravo comigo.
       Mas eu pedi perdão e falei que iria com ele para a Argentina cuidar de uma fazenda de gado.
       Ele ficou feliz e me abraçou a partir daquele dia eu comecei a ter uma vida nova.




Nathalia Leticia Guedes Soares   7º C                

O dia em que perdi o emprego
            Em uma de minhas viagens a Portugal, algo misterioso me chamou atenção. A cidade em que eu nasci, na linda Portugal, já não era a mesma. Eu me chamo Grastion Parker,  tenho 30 anos e atualmente moro no Rio de Janeiro.
            Aquela cidade maravilhosa que eu cresci e me tornei uma  pessoa  melhor já estava uma cidade cheia de crimes e mistérios a serem   desvendados. A rua  em que as crianças iam sozinhas  à escola, agora se não quiserem morrer esfaqueados, iam de carro .
          Eu era contratada do FBI, então não tinha o que me preocupar. Estava indo ao hotel quando fui surpreendida por sete bandidos armados, não resolveu o fato de eu estar também armada, eles disseram que se eu não entregasse o dinheiro eu seria esfaqueada, e por pior das situações eu não tinha. Resultado, fui esfaqueada. Por vários segundos pensei o pior até chegar a ambulância.
           Cheguei ao hospital quase sem sangue, meus pais estavam lá, afinal moravam nesta mesma cidade há muito tempo. Porém, agora, havia algo a ser resolvido: a minha sobrevivência!  
              O médico disse que tinham conseguido me reanimar, não iam morrer esvaída.
            Aquela noite, não conseguiu dormir mas valeu a pena. Fiquei por uma semana na cama sem levantar, quando levantei parecia ter novas pernas.
           Fiquei afastada do trabalho e voltei para casa, no Rio de Janeiro, nunca em trinta anos minha família ficou tão unida, meus pais, minha irmã, meu tio, minha tia, entre outros membros da família Parker.   
         Para falar a verdade, o desfecho dessa história não foi o esperado. A viagem a Portugal só serviu para eu ser demitida por ser incapaz de matar sete bandidos, sendo  que apenas um bandido estava armado com um mini canivete, e eu, tinha uma mini metralhadora portátil. Mesmo não tendo tempo para reagir, nada disso contou na decisão de meus superiores. 



Tailaine Polita              7º C                    

O réveillon diferente
           Estava à família inteira reunida, faltavam poucos minutos para o réveillon, a ansiedade era grande demais.
                 Minha mãe como sempre, colocando as diversas comidas, o chester já estava na mesa junto às outras comidas deliciosas que ela havia preparado.
            Eu suspirava olhando para o relógio, minha prima caçula já estava roendo as unhas, a mandei parar, pois vê-la roendo as unhas me deixava muito nervosa.
               Faltavam dois minutos para o réveillon, quando do nada, puf, faltou luz. Confesso  que fiquei com medo, ainda mais quando soltaram os foguetes, gritei para mamãe que vinha com algumas velas e me mandando pegar o fósforo.
              Foi uma noite de réveillon  muito diferente pois foi um jantar a luz de velas.




Leonardo Folle de Souza Dias        7º C      

O velho e seu neto
             O meu vô estava em seu sítio capinando e eu estava ajudando, de repente ele desmaiou de tão cansado. Ele era conhecido pelas suas traquinagens, mas eu estava muito apavorado para pensar nisso àquela hora.
              Fiquei tão apavorado sem saber o que fazer, então, fui chamar a minha avó. Ela veio chorando,  pensando que meu vô tinha morrido. De repente ele se levantou e começou a rir de mim e da minha vó. Ele me deixou com muita raiva, eu querendo matá-lo.
            Depois de um tempo, meu avô já tinha esquecido de tudo aquilo, mas  eu não, e nem minha avó. Então fomos conversar na sala, já que meu avô estava na cidade fazendo compras.
           Assim começamos a nos organizar para a travessura, pegamos lençois, tesouras, palha e madeira para preparar a encenação. Armamos as estacas com cabeças de palha de milho jogamos os lençois em cima e espalhamos no sítio.
           Mais tarde, meu avô estava cantarolando e observando a natureza quando ele viu um vulto em seu sítio, mas não deu muita importância para aquilo. Foi seguindo e encontrou outro, mais outro, mais outro e ficou apavorado e pensou:
           __ O que é isso?  Fantasmas?
        Ele estacionou o carro, desembarcou e suas pernas estavam trêmulas e o coração disparado. Entrou correndo em nossa casa e contou para mim e minha vó,  com voz trêmula e suando frio.
      Por  alguns instantes eu e minha vó tentamos segurar para não rir, mas não conseguimos. Eu comecei a rir muito, muito, muito mesmo, meu vô ficou tão bravo que prometeu que ia se vingar. Sabe, ainda estou com medo do ele pode aprontar.



Gabriela Fiebig Cavalli            7º A                    

Quando eu ganhei você.
           Pelo o que eu me lembro era final de agosto quanto mamãe te trouxe para casa. Fiquei loca ao ver você, era tão delicada e pequena, era toda pretinha, quase nem tinha dentes.
           Com o passar dos dias você abriu os olhos e seus dentinhos já foram aparecendo, aí decidi colocar seu nome de Tuly, um nome tão bonito e de aparência calma, você nos deu uma baita alegria.
             Quando papai chegou de viagem ele ficou surpreso com seu tamanho, parecia um ratinho de tão pequena que era, ele amou você. Você acordava todo mundo de madrugada, pois sentia medo de ficar sozinha na lavandeira, até que mamãe comprou um ursinho de pelúcia e te deu.
           Chegaram às férias, e lá fomos nos viajar junto com o papai. Era sua primeira vez em um caminhão, mas logo, logo você se acostumou com os solavancos da estrada.                       Quando chegava a noite papai encostava em um posto para irmos tomar um banho, você ficava solta no caminho, quando voltávamos, você ficava alegre, corria de  um lado para o outro em cima da cama, eu te pegava e colocava a coleira, caminhávamos para você fazer suas necessidades. Depois jantávamos e seguíamos mais um pouco a viagem, ai  parávamos para dormir, essa era sua rotina enquanto viajávamos.
        Quando chegávamos em casa mamãe te dava um banho, passava alguns dias e papai ia de novo viajar ficávamos na secada dando tchau, enquanto eu chorava você ficava do meu lado com a cabeça baixa, sabíamos que ele demoraria para voltar e a saudade aumentava.
         Você me deixava feliz quando eu estava triste, deitava nos meus pés e pulava nas minhas pernas.
            Te dou alguns xingões, mas eu te amo minha pequena cachorrinha.




Julia R. Ramos            7 º A                  

Sonho de garota
            Meu nome é Rebéca e tenho um grande sonho de ser uma sereia.
            Eu tentava ficar bastante tempo embaixo da água e não conseguia ficar ao menos um minuto debaixo d’água.
            Eu cresci tentando ficar o máximo de tempo embaixo d’água.
        Quando eu cresci descobri que eu podia ser uma mergulhadora e assim eu conseguiria realizar meu grande sonho, não sendo uma linda sereia, mas sim conseguindo ficar um grande tempo embaixo d’água.





Ana Luiza Horn           7º ano A                 


Vovó, você está bem?
         Certa manhã, eu, Carla, minha mãe Ângela, meu pai Carlos e meu irmão Lauro, fomos à casa de minha  avó Kelly.
           Quando chegamos lá, fomos bem recebidos. Eu e Lauro fomos logo brincar com os brinquedos da casa, e meus pais foram conversar com a vovó. Minha avó já estava velhinha, ela tinha 86 anos.
         Mamãe e o papai estavam conversando enquanto a vovó estava fazendo o almoço, ela subiu na cadeira para pegar o pote de bala para mim e Lauro, e ponhou a cadeira em cima do tapete e subiu, a cadeira escorregou e vovó caiu vovó.
         _ Vovó, você está bem. – Todos correram preocupados tentando ajudá-la.
        _ Acho que sim. – Respondeu a doce velhinha, gemendo de dor. – Mas acho melhor nós irmos fazer um raio-X, porque eu já sou velha e os meus ossos já estão fracos.
        E lá fomos nós ao médico. Ele realmente pediu para fazer um raio-X porque ela já era idosa. E lá foi ela.  Demorou duas horas lá dentro, eu e  Lauro já estávamos entediados e fomos para o parquinho com  a mamãe.
         Papai ficou esperando, até que enfim saiu.
         _ E aí dona Kelly, o que aconteceu? – Perguntou papai aflito.
         _ Não sei vamos esperar o médico chamar. - Disse a vovó.
        O médico saiu da sala dele e a chamou.
      _ Dona Kelly por sorte não quebrou nada, mas foi por pouco. Tome mais cuidado. –             Disse ele com calma.
      O susto havia passado, agora era só voltar para casa da vovó e curtir o restante do dia.
     Estava tudo tranquilo até porta da casa, quando abrimos, surpresa! O cachorro da vovó arrebentou a coleira e entrou dentro de casa, o nome dele era Bilu.
Bilu fez a bagunça, quebrou vasos de flor, as panelas com comida estavam todas no chão, era xixi de um lado e fezes de outro.
       O papai ponhou ele para fora e prendeu.
      Nós nos dividimos para cada uma das tarefas, eu e Lauro limpamos as necessidades dele, a vovó as panelas, a mamãe os vasos e a terra no chão.
      Logo, logo estava tudo pronto, sem bagunça, ainda bem!


     Depois nós passamos a tarde feliz com a vovó, que estava com muita saúde.