terça-feira, 25 de julho de 2017

Produções de textos dos alunos

           Os textos a seguir,  foram produzidos durante as aulas de Língua Portuguesa com a professora Juscirlei S. Dalmolin, nas turmas dos 7º anos “A” e “C”. São textos do gênero conto.
           Agradecemos a professora Aldriana, que juntamente com seus alunos nos ajudaram com a digitação dos textos.
           Esperamos que gostem. Boa leitura.

Mateus Candiotto.              7º A                      


Colégio Fechado.
       Em um dia chuvoso, na cidade pequena chamada Elmor, nós tínhamos acabado de fazer a mudança e amanhã iria ser meu primeiro dia, 4 aulas na única escola daquela cidade.
        Estava andando, a caminho da escola, quando um garoto se apresentou com o nome de Luiz, ele seria o responsável para apresentar a escola a esse novato.
         No segundo dia da escola o diretor falou para todos os alunos:
      _ Caros alunos receio que essa escola, não poderá mais ensinar a vocês, pois o colégio fechará amanhã por motivos financeiros.
        Eu fiquei chocado, então tentei convencer todos os alunos a arrecadar dinheiro para a escola, Luiz ajudou com a ideia de uma manifestação com ajuda dos pais.
      Os responsáveis pelo evento conseguiram umas doações e promoveram uma feira de alimentação, com diversas especiarias. Os alunos foram os auxiliares da feira, com duração de três dias.
      O diretor se aproximou de nós:
    _ Quero dar os parabéns a vocês Carlos e Luiz, pois com este trabalho conseguimos arrecadar uma quantia significativa para nossa escola e também mostraram a importância de trabalhar em grupo para todos os alunos da escola.
    Eu consegui ajudar a escola, me adaptar a nova escola e ainda formei uma grande amizade com o Luiz.
    



JUJU  E BOLINHA
           Eu e a Juju somos grandes amigos, nós brincamos sempre, eu conheci ela na escola Dom Pedro II e me mudei perto da casa dela.
            Meu apelido é Bolinha porque eu sou gordinho, nos meus primeiros dias de aula eles já me deram esse apelido, eu não gostava muito, mas agora acostumei.
              Lá eu conheci outros amigos:
              _ O Carequinha, Zeca, Juca e Juju.
         Eles são muito legais, quando eu preciso, eles sempre estão do meu lado, mas também tem os meninos da rua debaixo eles só incomodam.
              A Juju chegou.
              _ Oi Juju! – Disse eu.
              _ Oi Bolinha! Vamos Brincar? - Perguntou a Juju.
             _ Agora não dá, eu vou ter que jogar bola com os meninos.  – Eu disse, meu triste por não poder ir brincar com ela.
              _ Tá bom! – Disse ela.
         _ Você não quer ir lá assistir, e torcer para nós ganharmos dos meninos da rua debaixo? – perguntei animado com a ideia.
             _ Legal, eu vou ir junto. – Respondeu ela também animada.
             _ 13h30min eu passo na sua casa. – combinei com  ela.
           Neste momento aconteceu uma coisa que eu não esperava, meu avô Pedro morreu, minha família inteira chorou.
           Tive que cancelar o jogo, para ir ao enterro do meu avô.
        Passou-se dois meses, eu e os meninos ficamos observando a casa de meu avô, muita coisa se mexia lá dentro. Nós com muito medo, entremos na casa, ouvimos o barulho vôôôô, vôôôô.
          _ Vamos sair daqui gente, essa casa é mal assombrada!!!!! - Disse Carequinha.
          _ Fica quieto, eu vou entrar no quarto! – respondi tentando mostrar mais coragem do que eu tinha.
          E aquele barulho continuou, mas descobrimos que era só o vento.





Antônio Junior Antunes         7º A                      


Luiz, o gordinho.
         Meu nome é Luiz, quando levantei fui para a escola tudo continuava igual, eu ficava sempre sozinho na hora do recreio porque os outros alunos ficaram zombando de mim. O motivo, eu era gordinho, mas eu também era inteligente. Depois que bateu o sinal para ir para casa, Gustavo me empurrou e me chamou de baleia. Quando entrei no ônibus, os alunos começaram a zombar de mim, eu me sentia envergonhado por eles zombarem de mim.
        Enquanto eles falavam de mim, eu tentavam não me importar, ficava pensando em meu sonho. Eu tinha um sonho que quando eu crescesse eu iria ser cientista para descobrir fosseis. Então o ônibus parou em frente a minha casa.
        Quando eu cheguei em casa, fui direto para o meu quarto. Não quis almoçar. Minha mãe, o nome dela era Camila, ela foi ver o que tinha acontecido comigo. Quando ela entrou no quarto, ela perguntou:
        _ O que acontece?
        E eu respondi:
        _Os alunos de minha escola só ficam zombando de mim.
        Ela me olhou com tristeza nos olhos e perguntou:
        _ Porque zombam de você?
       Não tive coragem de continuar olhando para ela, então baixei os olhos para o livro que estava lendo antes dela entrar e respondi:
        _ Porque eu sou gordinho.
      Eu falei para minha mãe que eu não queria mais ir à escola porque os alunos ficam zombando de mim, só porque sou gordinho. Parece infantil pensar dessa forma, mas doe muito quando os outros ficam zoando de você apenas pela sua aparência. Mas minha mãe era durona, ela olhou firme para mim e disse:
      _ Você não pode faltar nas aulas, além do mais, esses meninos são uns covardes, se eles te  conhecessem de verdade saberiam o quanto você é inteligente, bondoso, sincero, ...
       _ Ok mãe, já entendi. – Interrompi a fala dela e não parava de pensar: Será que todas as mães são assim?
       No outro dia fui à escola. Quando entrei na sala de aula, Gustavo jogou bolinha de papel no meu rosto, mas ele não viu que a professora estava olhando. Então a professora levou Gustavo para a secretaria porque ele estava jogando bolinhas de papel.
      Depois que a aula acabou, fui para casa e quando cheguei fui almoçar, e depois que almocei, falei para minha mãe:
        _ Mãe eu vou parar de comer um pouco e fazer mais exercícios.
        Ela ficou surpresa com o que falei, e perguntou:
          _ Por que você vai fazer isso?
        Respondi com maior entusiasmo que pude fingir:
       _ Porque eu quero emagrecer para que os alunos não fiquem zombando de mim. –              Então fui para o meu quarto.
     Depois de fazer as tarefas da escola, avisei minha mãe que iria correr um pouco. Ela deixou, fui correndo até a praça. Quando cheguei lá, tinha alguns garotos que logo começaram a zombar de mim, mas nem dei ouvidos a eles.
      Então comecei a correr ao redor da praça, eu dei sete voltas ao redor da praça. Depois que das sete voltas, voltei para casa, ao chegar em casa minha mãe falou:
      _ Você emagreceu um pouco. Está se sentindo bem? – Ela me olhava preocupada.
      _ Sim. Parece que emagreci um pouco. – Falei sorrindo, eu sabia que era impossível ver a diferença logo no primeiro dia de minhas atividades físicas, mas fiquei feliz pelo incentivo dela.
      No dia seguinte, na escola, os alunos ainda zombavam de mim, porque eu ainda era gordinho. Quando a aula terminou, eu estava mais determinado a continuar com as atividades para emagrecer. Almocei, fiz as tarefas e avisei minha mãe:
        _ Vou dar mais umas algumas voltas na praça.
        _ Está bem, mas volte cedo. - A minha mãe respondeu e me acompanhou até a porta.
      Eu fui novamente à praça e agora eu tinha dado oito voltas, logo que terminei fui para casa.
        Logo que cheguei a casa, minha mãe falou:
        _ Hoje você emagreceu bastante hoje! Parabéns.
          E, durante várias semanas essa foi minha rotina, até que um dia...
      Quando fui à escola naquela manhã, todos viram que eu não era mais gordinho. Eles pararam de zombar de mim e logo fiquei amigo de muitos alunos, até o Gustavo se tornou meu amigo e eu nunca mais fiquei sozinho na hora do recreio e nenhum aluno zombou de mim na escola e no ônibus.
          Estou muito feliz porque ninguém mais zombava de mim, agora todos me tratam bem, mas o engraçado é que eu continuo sendo a mesma pessoa.




Emanuelli dos Santos               7º A               


Mudança para Argentina
        Eu estava me mudando para Argentina. Ainda não queria acreditar nisso. Meu pai me disse que não ia ser fácil me acostumar com o lugar. Eu nunca morei em outros lugares.            Ele disse que eu ia estudar e me formar, mas eu não queria ir, pois dizem que lá tem muito mato onças e tigres, tenho muito medo desses bichos ferozes.
      Por isso acho que vou ficar aqui, é um lugar tranquilo e sossegado. Vou estudar e me formar para ser uma médica veterinária.
      Meu pai me deixou de castigo por eu não querer ir. Acho que por um bom tempo não vai passar a raiva porque ele está muito bravo comigo.
       Mas eu pedi perdão e falei que iria com ele para a Argentina cuidar de uma fazenda de gado.
       Ele ficou feliz e me abraçou a partir daquele dia eu comecei a ter uma vida nova.




Nathalia Leticia Guedes Soares   7º C                

O dia em que perdi o emprego
            Em uma de minhas viagens a Portugal, algo misterioso me chamou atenção. A cidade em que eu nasci, na linda Portugal, já não era a mesma. Eu me chamo Grastion Parker,  tenho 30 anos e atualmente moro no Rio de Janeiro.
            Aquela cidade maravilhosa que eu cresci e me tornei uma  pessoa  melhor já estava uma cidade cheia de crimes e mistérios a serem   desvendados. A rua  em que as crianças iam sozinhas  à escola, agora se não quiserem morrer esfaqueados, iam de carro .
          Eu era contratada do FBI, então não tinha o que me preocupar. Estava indo ao hotel quando fui surpreendida por sete bandidos armados, não resolveu o fato de eu estar também armada, eles disseram que se eu não entregasse o dinheiro eu seria esfaqueada, e por pior das situações eu não tinha. Resultado, fui esfaqueada. Por vários segundos pensei o pior até chegar a ambulância.
           Cheguei ao hospital quase sem sangue, meus pais estavam lá, afinal moravam nesta mesma cidade há muito tempo. Porém, agora, havia algo a ser resolvido: a minha sobrevivência!  
              O médico disse que tinham conseguido me reanimar, não iam morrer esvaída.
            Aquela noite, não conseguiu dormir mas valeu a pena. Fiquei por uma semana na cama sem levantar, quando levantei parecia ter novas pernas.
           Fiquei afastada do trabalho e voltei para casa, no Rio de Janeiro, nunca em trinta anos minha família ficou tão unida, meus pais, minha irmã, meu tio, minha tia, entre outros membros da família Parker.   
         Para falar a verdade, o desfecho dessa história não foi o esperado. A viagem a Portugal só serviu para eu ser demitida por ser incapaz de matar sete bandidos, sendo  que apenas um bandido estava armado com um mini canivete, e eu, tinha uma mini metralhadora portátil. Mesmo não tendo tempo para reagir, nada disso contou na decisão de meus superiores. 



Tailaine Polita              7º C                    

O réveillon diferente
           Estava à família inteira reunida, faltavam poucos minutos para o réveillon, a ansiedade era grande demais.
                 Minha mãe como sempre, colocando as diversas comidas, o chester já estava na mesa junto às outras comidas deliciosas que ela havia preparado.
            Eu suspirava olhando para o relógio, minha prima caçula já estava roendo as unhas, a mandei parar, pois vê-la roendo as unhas me deixava muito nervosa.
               Faltavam dois minutos para o réveillon, quando do nada, puf, faltou luz. Confesso  que fiquei com medo, ainda mais quando soltaram os foguetes, gritei para mamãe que vinha com algumas velas e me mandando pegar o fósforo.
              Foi uma noite de réveillon  muito diferente pois foi um jantar a luz de velas.




Leonardo Folle de Souza Dias        7º C      

O velho e seu neto
             O meu vô estava em seu sítio capinando e eu estava ajudando, de repente ele desmaiou de tão cansado. Ele era conhecido pelas suas traquinagens, mas eu estava muito apavorado para pensar nisso àquela hora.
              Fiquei tão apavorado sem saber o que fazer, então, fui chamar a minha avó. Ela veio chorando,  pensando que meu vô tinha morrido. De repente ele se levantou e começou a rir de mim e da minha vó. Ele me deixou com muita raiva, eu querendo matá-lo.
            Depois de um tempo, meu avô já tinha esquecido de tudo aquilo, mas  eu não, e nem minha avó. Então fomos conversar na sala, já que meu avô estava na cidade fazendo compras.
           Assim começamos a nos organizar para a travessura, pegamos lençois, tesouras, palha e madeira para preparar a encenação. Armamos as estacas com cabeças de palha de milho jogamos os lençois em cima e espalhamos no sítio.
           Mais tarde, meu avô estava cantarolando e observando a natureza quando ele viu um vulto em seu sítio, mas não deu muita importância para aquilo. Foi seguindo e encontrou outro, mais outro, mais outro e ficou apavorado e pensou:
           __ O que é isso?  Fantasmas?
        Ele estacionou o carro, desembarcou e suas pernas estavam trêmulas e o coração disparado. Entrou correndo em nossa casa e contou para mim e minha vó,  com voz trêmula e suando frio.
      Por  alguns instantes eu e minha vó tentamos segurar para não rir, mas não conseguimos. Eu comecei a rir muito, muito, muito mesmo, meu vô ficou tão bravo que prometeu que ia se vingar. Sabe, ainda estou com medo do ele pode aprontar.



Gabriela Fiebig Cavalli            7º A                    

Quando eu ganhei você.
           Pelo o que eu me lembro era final de agosto quanto mamãe te trouxe para casa. Fiquei loca ao ver você, era tão delicada e pequena, era toda pretinha, quase nem tinha dentes.
           Com o passar dos dias você abriu os olhos e seus dentinhos já foram aparecendo, aí decidi colocar seu nome de Tuly, um nome tão bonito e de aparência calma, você nos deu uma baita alegria.
             Quando papai chegou de viagem ele ficou surpreso com seu tamanho, parecia um ratinho de tão pequena que era, ele amou você. Você acordava todo mundo de madrugada, pois sentia medo de ficar sozinha na lavandeira, até que mamãe comprou um ursinho de pelúcia e te deu.
           Chegaram às férias, e lá fomos nos viajar junto com o papai. Era sua primeira vez em um caminhão, mas logo, logo você se acostumou com os solavancos da estrada.                       Quando chegava a noite papai encostava em um posto para irmos tomar um banho, você ficava solta no caminho, quando voltávamos, você ficava alegre, corria de  um lado para o outro em cima da cama, eu te pegava e colocava a coleira, caminhávamos para você fazer suas necessidades. Depois jantávamos e seguíamos mais um pouco a viagem, ai  parávamos para dormir, essa era sua rotina enquanto viajávamos.
        Quando chegávamos em casa mamãe te dava um banho, passava alguns dias e papai ia de novo viajar ficávamos na secada dando tchau, enquanto eu chorava você ficava do meu lado com a cabeça baixa, sabíamos que ele demoraria para voltar e a saudade aumentava.
         Você me deixava feliz quando eu estava triste, deitava nos meus pés e pulava nas minhas pernas.
            Te dou alguns xingões, mas eu te amo minha pequena cachorrinha.




Julia R. Ramos            7 º A                  

Sonho de garota
            Meu nome é Rebéca e tenho um grande sonho de ser uma sereia.
            Eu tentava ficar bastante tempo embaixo da água e não conseguia ficar ao menos um minuto debaixo d’água.
            Eu cresci tentando ficar o máximo de tempo embaixo d’água.
        Quando eu cresci descobri que eu podia ser uma mergulhadora e assim eu conseguiria realizar meu grande sonho, não sendo uma linda sereia, mas sim conseguindo ficar um grande tempo embaixo d’água.





Ana Luiza Horn           7º ano A                 


Vovó, você está bem?
         Certa manhã, eu, Carla, minha mãe Ângela, meu pai Carlos e meu irmão Lauro, fomos à casa de minha  avó Kelly.
           Quando chegamos lá, fomos bem recebidos. Eu e Lauro fomos logo brincar com os brinquedos da casa, e meus pais foram conversar com a vovó. Minha avó já estava velhinha, ela tinha 86 anos.
         Mamãe e o papai estavam conversando enquanto a vovó estava fazendo o almoço, ela subiu na cadeira para pegar o pote de bala para mim e Lauro, e ponhou a cadeira em cima do tapete e subiu, a cadeira escorregou e vovó caiu vovó.
         _ Vovó, você está bem. – Todos correram preocupados tentando ajudá-la.
        _ Acho que sim. – Respondeu a doce velhinha, gemendo de dor. – Mas acho melhor nós irmos fazer um raio-X, porque eu já sou velha e os meus ossos já estão fracos.
        E lá fomos nós ao médico. Ele realmente pediu para fazer um raio-X porque ela já era idosa. E lá foi ela.  Demorou duas horas lá dentro, eu e  Lauro já estávamos entediados e fomos para o parquinho com  a mamãe.
         Papai ficou esperando, até que enfim saiu.
         _ E aí dona Kelly, o que aconteceu? – Perguntou papai aflito.
         _ Não sei vamos esperar o médico chamar. - Disse a vovó.
        O médico saiu da sala dele e a chamou.
      _ Dona Kelly por sorte não quebrou nada, mas foi por pouco. Tome mais cuidado. –             Disse ele com calma.
      O susto havia passado, agora era só voltar para casa da vovó e curtir o restante do dia.
     Estava tudo tranquilo até porta da casa, quando abrimos, surpresa! O cachorro da vovó arrebentou a coleira e entrou dentro de casa, o nome dele era Bilu.
Bilu fez a bagunça, quebrou vasos de flor, as panelas com comida estavam todas no chão, era xixi de um lado e fezes de outro.
       O papai ponhou ele para fora e prendeu.
      Nós nos dividimos para cada uma das tarefas, eu e Lauro limpamos as necessidades dele, a vovó as panelas, a mamãe os vasos e a terra no chão.
      Logo, logo estava tudo pronto, sem bagunça, ainda bem!

     Depois nós passamos a tarde feliz com a vovó, que estava com muita saúde.


Alunos Participantes do Blog em 2017

BLOG  DESPERTANDO LEITORES  2017
LISTA DE INSCRITOS.

Bianca Correa Borsati. 3°A.
Milena Capoani. 3° A.
Camila Rodrigues. 3° A
Roberta Telles de Lima. 3° A.
João Vitor Iniesen. 3° A.
Andréia Pacheco Medeiros. 3°A.
Jussara Lampert. 3° A.
Jaquelini Scatolin. 3°A.
Juliano Rafagnin. 3° C.
Luciano Alieve Raimundo. 3° C.
Marcia Regina Hermann. 3° C.
Indiana Sraujo dos Santos. 3°D.
Gabrielle dos Passos Ramos. 3° D.
Luana M. Rodecz. 2° A.
Laura Gabriela de Oliveira. 2° A.
Maria Eduarda Rampanelli. 2°B.
Sandro Junir Martins de Lima. 2° C.
Taiane Aparecida Amaral de Lara. 2° D.
Maria Isabel Camiccia. 1° A.
Leonardo Lui. 1° A.
Gabriel G. Southier. 1° A.
Bianca Cardoso Gobaltto. 1° A.
Mayla Alexia Vais. 1° A.
Emmely Stefani Oliboni. 1° A.
Daiana Giacomini. 1° A.
Anderson Rochemback de Oliveira. 1° B
Vandressa de Mello Voivada. 1° C.
Thais da Silva Moraes. 9° D.
Elianara Soares Silva. 8° D.


RESENHAS DOS LIVROS
Livro: Abiblioteca de Auschwitz.
Autor: Antonio G. Iturbe.
Nº de páginas: 366pgs.
Editora: Harper Collins.
Resenha feita por: Luciano Alievi Raimundo.       3°C.

Durante um dos períodos mais sangrentos da história, em um dos lugares mais desumanos que já existiu, um grupo enorme de pessoas circula sem esperança de que um dia retornará á sua casa, á sua família, à sua vida. Auschwitz-Birkenau. O campo de concentração mais famoso de todos, onde as pessoas eram tratadas como nada, morriam em números espantosos e tinham todos os seus bens confiscados. Porém, neste mesmo lugar, considerado o “inferno” para aquelas pessoas, havia um local, o bloco 31, onde de modo ilegal, sem a permissão dos nazistas, era mantida uma escola.
De início, o local tinha autorização para ser um “passatempo” para as crianças, onde elas poderiam se reunir, treinar seu alemão, cantar e até preparar peças de teatro. Era permitido tudo, exceto, estudar e ler. Livros não eram permitidos, pois são perigosos, abrem a mente e despertam o espírito revoltados que há em cada um de nós, e Hitler sabia disso. Não obstante, havia um homem chamado Fredy Hirsch que, mesmo em um lugar tão fétido, não perdeu o amor pelas crianças e pela aprendizagem. Com a ajuda de Edita Adlerova, uma garota esquelética de 14 anos, ele resolve montar esta escola “clandestina” com alguns livros “clandestinos” pertencentes à ele. Logo, Dita, é promovida à bibliotecária do bloco 31, ela era a garota que guardava apenas 8 velhos livros em seu vestido, correndo o risco de ser pega e morta, ela era destemida.
Decorrendo-se a história, personagens vêm e vão, o sofrimento é demonstrado com tanta realidade, que você quase se torna mais um judeu em Auschwitz, apenas pelo simples fato de ler este livro. O foco essencial da história, é uma simples garotinha, que espalhou o gosto pela leitura entre crianças que não saberiam se estariam vivas no dia seguinte.
Apesar de ser inspirado em fatos, o livro utiliza a ficção apenas como a cereja do bolo, pois os fatos, por si só, já criam uma história fantástica. Uma garota, que trouxe esperança em meio ao desalento, que trouxe fé em meio à descrença, que mostrou o poder que um livro tem de nos fazer esquecer o lugar e o tempo um que estamos, mesmo que este lugar seja Auschwitz e o tempo seja a Segunda Guerra Mundial. O livro enaltece uma menina, que com os bolsos internos de seu vestido carregava mais que livros, carregava esperança.






A Garota que você deixou para trás.
Autora: Jojo Moyes.
Editora: Intrínseca.
Nº de páginas: 379.
Resenha feita por: Andréia Pacheco Medeiros.     3ºA.

A história se passa em plena 1ª Guerra Mundial, Eduard e Sophie moravam em uma cidade pequena na França e sofriam nas mãos dos alemães. Quando seu marido foi convocado para a Guerra, ela decidiu voltar para a cidade onde havia nascido.
Sophie não via a hora de seu marido voltar para casa, pois ele estava preso em um campo de concentração. Havia um quadro que Eduard pintou de Sophie quando eles se conheceram, isso aliviava a tristeza de Sophie.
Mas com o tempo tudo começou a piorar para ela e sua família.  Desesperada, ela  pede ajuda ao Comandante, oferece o quadro pintado por seu marido e que ela amava tanto, em troca da liberdade de Eduard.
Mas essa troca não deu muito certo, porque dias depois os alemães voltaram a sua casa e levaram-na jogando-a em um trem lotado de outros prisioneiros, todos a caminho dos campos de concentração.
Será que ela sobreviveu? Será que conseguiu finalmente se reencontrar com Eduard? E o quadro, que fim teve o quadro com seu retrato?